Síndromes Respiratórias em Crianças: Cuidados e Prevenção

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Aumento nos Casos de Síndromes Respiratórias

Com a chegada do frio, os casos de síndromes respiratórias aumentam no Paraná, sendo 49,8% dos atendimentos públicos em 2025 a crianças menores de 12 anos, segundo dados da Secretaria de Saúde (Sesa). A pediatra Simone Borges destaca que a variação climática e a umidade baixa podem contribuir para esse aumento.

Comportamentos que Influenciam a Transmissão

Não é apenas o frio que causa as síndromes respiratórias, mas sim comportamentos comuns durante as temperaturas mais baixas, como manter os ambientes fechados. As crianças são mais suscetíveis devido ao seu sistema imunológico em desenvolvimento e à maior exposição a infecções. No Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, as internações para síndromes respiratórias dobraram entre março e abril, com doenças como bronquiolite, pneumonia e influenza sendo as mais comuns.

Ação do Governo do Paraná

Para lidar com o aumento no atendimento, o governo anunciou a contratação de 58 novos leitos para hospitais em Curitiba, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu. A medida visa atender à demanda crescente das situações emergenciais.

Prevenção e Vacinação

A vacinação é uma das principais formas de prevenção contra síndromes respiratórias, especialmente a vacina contra o vírus Influenza, que está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o Paraná. Recomenda-se que todos os residentes acima de 6 meses se vacinem. Pais são orientados a não enviar crianças doentes à escola para prevenir a propagação de doenças.

Identificando Sintomas e Buscando Ajuda

Os responsáveis devem estar atentos a sintomas como febre frequente, tosse e dificuldade respiratória. Se houver suspeita de síndrome respiratória, é crucial procurar ajuda médica. Um diagnóstico precoce pode evitar complicações maiores. A conscientização dos pais é essencial, uma vez que as emergências estão sobrecarregadas com casos respiratórios. A pediatra recomenda que os pais levem os filhos a um médico sempre que houver dúvidas sobre a saúde da criança.

Fonte: g1.globo.com

Redação

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