Procedimentos não invasivos para flacidez
A flacidez da pele é um resultado natural do envelhecimento, envolvendo a diminuição do colágeno e elastina. Ela pode afetar regiões como rosto, pescoço, braços e abdômen. Fatores como fotoenvelhecimento, tabagismo, poluição e alimentação inadequada também aceleram este processo.
A cirurgiã plástica Maria Roberta Martins destaca que a flacidez se torna mais visível entre 40 e 50 anos, mas já pode ser percebida a partir dos 30. A flacidez não é exclusiva de cirurgias plásticas; diversos tratamentos não cirúrgicos estão disponíveis, como ultrassom microfocado e radiofrequência, que estimulam a produção de colágeno.
Técnicas utilizadas
As principais técnicas incluem:
- Radiofrequência: aquece camadas profundas da pele, resultando na contração de fibras e na produção de colágeno.
- Ultrassom microfocado: gera calor em profundidades, provocando retração do tecido.
- Bioestimuladores injetáveis: ativam fibroblastos para promover a formação de colágeno e melhora na estrutura da pele.
Tratamentos como radiofrequência, ultrassom microfocado e bioestimuladores são eficazes em casos leves a moderados. O microneedling pode ser associado a outros tratamentos para melhor textura da pele.
Importância dos hábitos saudáveis
Além dos tratamentos, hábitos como alimentação rica em proteínas, hidratação adequada e proteção solar diária ajudam a manter a pele saudável. Exercícios físicos também são importantes para tonificar músculos e combater a flacidez.
A proteção solar é fundamental, pois a radiação UV degrade o colágeno. Manter uma dieta equilibrada, evitar açúcares e ultraprocessados contribui para retardar a flacidez.